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quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Ranking do ensino: Escolas tradicionais lideram no concurso do MP-SP

A escola do candidato tem influência na sua aprovação em um concurso do Ministério Público. O resultado do 85º Concurso de Ingresso na Carreira do Ministério Público de São Paulo, divulgado semana passada, corrobora a tese de que as instituições mais tradicionais costumam ter mais ex-alunos sendo aprovados em concursos da carreira.

No levantamento do MP, em primeiro lugar fica a Faculdade de Direito da USP, mais antiga instituição de ensino de Direito do país, que teve dez aprovados. Em seguida, estão a PUC Campinas e a PUC São Paulo, com nove e oito novos promotores entre seus ex-alunos.

O Mackenzie conseguiu seis aprovações e a Faculdade de Bauru, cinco. Na sexta colocação estão empatadas, com quatro aprovados, as já tradicionais instituições: Unip, Marilia, Faculdade de São Bernardo do Campo e Unesp.

Os 105 aprovados vieram de 38 escolas diferentes. Dentre elas, as sete faculdades públicas (18% do total de escolas) aprovaram 22 candidatos (21% do total de candidatos), e as 31 escolas privadas aprovaram 83. Já entre os dez primeiros classificados, apena um era ex-aluno de escola pública.



A seleção começou no ano passado, quando 3.875 bacharéis de Direito se inscreveram para o concurso. A seleção tem quatro fases: prova preambular, exame escrito, exame psicotécnico e exame oral. Um dos aprovados desistiu da carreira. Tomarão posse 104 promotores no MP paulista.

Para participar do concurso é preciso que o candidato seja bacharel em Direito e tenha exercido por três anos a atividade jurídica. Ele necessita estar no gozo dos direitos políticos, ter boa saúde física e mental, boa conduta social e não registrar antecedentes criminais incompatíveis.



Revista Consultor Jurídico, 27/08/2007
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ITANHAÉM, MEU PARAISO

ITANHAÉM, MEU PARAISO
Um lugar pra chamar de meu. Com o coração. Meu de minha alma; meu de adoção, de coração.

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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